Advocacia por Elas: março não é um mês de flores, é um mês de vigília

Na última semana eu tive a honra e o privilégio de estar como palestrante no projeto “Advocacia por Elas” da OAB/SE, representando a Jovem Advocacia no interior do estado.

Ocupar este espaço para debater violência doméstica é compreender que a nossa missão transcende os processos; ela toca na dignidade humana. Março não é um mês de flores, é um mês de vigília.

Como jovens advogados, carregamos a responsabilidade de modernizar não apenas o olhar jurídico, mas o acolhimento social. Onde houver uma mulher em perigo, deve haver uma advocacia forte, técnica e, acima de tudo, corajosa.